
Sempre soubemos que a cerveja engorda.
Lembro do clássico comentário da atriz Brigitte Bardot. Ao perguntarem se achava atraentes os brasileiros, Brigitte, que apenas conhecera o Rio de Janeiro e Búzios comentou. “Mas eles todos têm umas barriguinhas tão brochantesâ€.
Bem, isto foi numa época que os cariocas basicamente saiam da repartição pública, deixando um paletó na cadeira para mostrar sua presença ao serviço, e iam à praia praticar halterocopismo. Hoje boa parte prática vôlei de praia e futebol para poderem beber mais cerveja. Na época a barriga era um símbolo de prosperidade, cultivado para mostrar que o indivíduo era bom partido.
Agora a ciência colocou a cerveja no mesmo patamar do azeite de oliva, vinho e do abacate. Fazem mais bem do que mal se tomados em doses morigeradas (*).
Testes em ratos demonstraram que ratos superalimentados que tomaram cerveja não desenvolveram obesidade e melhoraram sua musculatura. Ratos superalimentados que não receberam cerveja ficaram obesos e desenvolveram mais facilmente o diabetes.
Consta que isto se deve ao uma vitamina contida na cerveja É a molécula nicotinamida ribosida (NR), que existe no leite, e aparentemente também na cerveja. O problema é que é uma molécula muito pequena, difícil de sintetizar.
Por isto recomendamos ao leitores: Sanduíches com ketchup para evitar problemas de próstata, saladas de abacate para as lipoproteínas de alta densidades, vinho para o resveratrol e cerveja, entre uma refeição e a outra.
Mas não se esqueçam de que a cerveja deve ser acompanhada de uma bela garçonete tirolesa.


