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Valamaradace, The Gold Dragon - Reaper Bones - 28mm

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Valamaradace, The Gold Dragon - Reaper Bones - 28mm

Mensagempor Vrykolakas » 14 Nov 2017, 22:31

Mais um Reaper Bones, este eu ganhei do meu filho Roberto (ou Cahdras, o Elfo Paragon...)...
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Thunderbolt
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Re: Valamaradace, The Gold Dragon - Reaper Bones - 28mm

Mensagempor Thunderbolt » 14 Nov 2017, 22:50

Chegando para acompanhar.

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Vrykolakas
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Re: Valamaradace, The Gold Dragon - Reaper Bones - 28mm

Mensagempor Vrykolakas » 15 Nov 2017, 15:26

Thunderbolt escreveu:Chegando para acompanhar.

Enviado de meu SM-T530 usando Tapatalk


Bem vindo! :thumbup:

Valamaradace é uma lenda viva do Norte. A Rainha Dragão de Lua Argêntea é vista raramente pelos humanos, mas muitos têm sentido a cordialidade e a ajuda de seu poder. Valamaradace tem se dedicado a continuamente testar o inexperiente reino das Fronteiras Prateadas, investigando fraudes e traições entre seus governantes e agentes. Para tal trabalho, a antiga draconesa de ouro usa muitos disfarces. Sua forma favorita quando está fazendo uma de suas raras investidas nas cidades é a de Targarda, uma ágil e pequena mulher humana, possuindo uma aparência “élfica” e um pouco de magia; somente os Escolhidos de Mystra e uns poucos Harpistas sabem que esta bela maga é na verdade a Rainha Dragão.

Quando disfarçada, Valamaradace considera a si mesma “em dia de descanso” em relação às preocupações relacionadas aos costumes. Ainda que ela fixe-se sempre a suas metas e visões de como o mundo deva ser, ela apresenta maneiras gentis e voz suave. A Rainha Dragão silenciosamente e calmamente remove a violência, interrompe a crueldade, e repreende o orgulho e arrogância sempre que ela os encontre. Muitas vezes é forçada a lembrar aos “bons” seres que eles desvalorizam a si mesmos quando adotam a ferocidade, má vontade, e atitudes das criaturas contra as quais lutam.

Valamaradace não conferiu um título para si mesma; ao invés disto, ele lhe foi dado em torno de 826 CV pela moribunda Rainha Dragão Mairogra, uma draconesa vermelha que governou em Everlund, mas caçava vigorosamente em outros lugares. Mairogra foi derrubada no fim pelos ataques associados de muitos aventureiros. Valamaradace chegou sobre a mortalmente ferida Rainha e conjurou a única magia que tinha que podia ajudar Mairogra: extinguir a dor, uma magia que fez as últimas horas da draconesa vermelha mais confortáveis. Muitos sábios suspeitam que ela concordou atuar como uma monarca porque cultivar uma área campestre dentro do “jeito que ela queria”, é a tarefa que ela mais queria passar sua vida.

As chaves para o caráter de Valamaradace são sua bondade, empatia, e vontade de entender os seres que encontra e de cuidar de suas necessidades contanto que ela não tenha que prejudicar outras criaturas vivas. Ela acha os conceitos de armadilhas, vandalismo, e destruição libertina odiosos, e é um adversária de incendiários, hordas de orcs, e outros que causam destruição por um capricho ou para seu próprio prazer. Prudência para a proteção de sua própria reputação (e, consequentemente, de seus territórios) a leva engajar-se em investigações ou combater disfarçada, de preferência, do que abertamente como a Rainha Dragão.

Valamaradace conhece mais sobre os acontecimentos de humanos, humanóides, e outras criaturas civilizadas do que quase todos os outros dragões. Seu desejo de entender outras criaturas leva-na a conversar com eles e realmente ouvir o que eles têm a dizer, relembrando quase tudo deles sem a distorção moldada pelo ego da maior parte dos dragões.

Seu relacionamento com outros anciões tem sido, nas palavras do sábio humano Velsaert de Portão de Baldur (que rapidamente tornou-se reconhecido como uma autoridade na história dos dragões por toda a Costa da Espada), “uma série de fugas enquanto na forma de dragão e cautelosas observações em disfarce. Muitos dragões vermelhos, com o passar dos anos, têm desejado os territórios que Valamaradace agora comanda, graças a uma lenda difundida entre os dragões que alega que Mairogra acumulou um poço com três quartos de quilometro inteiramente preenchidos com gemas. Se existiu alguma vez qualquer tal poço, ele está coberto com uma grossa camada de terra e nunca foi visto pela Rainha Dragão, e a maior parte das fontes (incluindo ambos Volo e Elminster) concordam que isto provavelmente nunca existiu. . . mas esta crença ainda permanece forte.

A Rainha Dragão reside na Montanha Flutuante. Esta rocha gigantesca, oca e oval é mantida no alto pela magia da Rainha Dragão, que também a envolve em brumas, e a direciona para onde deseje. Geralmente ela paira baixa sobre as florestas pertencentes ao oeste de Everlund, ou sul de lá, nas fronteiras da Floresta Alta.

A Rainha Dragão colhe, cultiva, e comercializa (em Everlund e Lua Argêntea) muitos tipos de alimentos plantados, ervas e suas sementes. Ela mantém muitos “porões com raízes” em cavernas de armazenamento (sua temperatura, modificada por magias de controlar o clima) nas selvas a leste de Everlund. Uma colônia residente de sprites as protege contra depredações pelos roedores e criaturas mais inteligentes que buscam por comida.

Valamaradace trata todo seu domínio como um gigantesco jardim, patrulhando suas fronteiras e planejando como melhor administrar seus assuntos crescentes. Ela está constantemente ocupada “ajustando o equilíbrio” das coisas vivas e refinando suas magias para lhe dar um controle maior sobre seu domínio. Criaturas de tendência neutra são toleradas como viajantes em seu domínio, mas não como residentes; criaturas de tendência maligna são destruídas ou expulsas quando detectadas (que tem levado alguns Harpistas e outras criaturas de tendência benigna a apelidar o domino de “o Paraíso”). Criaturas boas descobrem que apesar de templos e abadias serem poucos e distantes entre eles, muitos clérigos eremitas e outros curandeiros residem no domínio da Rainha Dragão, e que ele está amplamente livre de conflitos. Criaturas feridas ou doentes muitas vezes ficam no Paraíso para se recuperar.

Valamaradace usa suas habilidades e dons naturais para o benefício de todos, de modo que ninguém possa estar faminto ou em necessidades no Paraíso. Criaturas que fazem mau uso de sua generosidade, de qualquer forma, vagando longos dias em seu domínio esperando comida de graça e esmolas são visitadas por superiores, credores, ou seus agentes (enviados pela Rainha Dragão), para serem “mandados de volta para tarefas produtivas”.
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Re: Valamaradace, The Gold Dragon - Reaper Bones - 28mm

Mensagempor leaopersico » 15 Nov 2017, 16:45

Mais um dragoncito!
Acompanhando!
Sempre aprendendo...


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