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[Concluído]  Mig 21 PF Fishbed D, Academy, 1/48

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Rogerio Kocuka
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Mig 21 PF Fishbed D, Academy, 1/48

Mensagempor Rogerio Kocuka » 19 Out 2017, 18:23

Mig 21 PF Fishbed D, Academy, escala 1/48


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Fonte: https://northatlanticblog.wordpress.com ... lly-exist/

As origens do Mig-21 remontam a uma especificação da Força Aérea Soviética, no início de 1954, para o projeto de um caça que incorporasse as lições da Guerra da Coréia, recém concluída. O aparelho seria destinado ao combate aéreo diurno, a exemplo do que ocorrera com o Mig-15, desenvolvido após a Segunda Guerra Mundial. Em 1955, surgiu o E-50, o primeiro da nova família. Sua turbina era uma versão mais potente das instaladas nos protótipos birreatores. Dispunha também de um foguete graças ao qual o piloto de provas V. P. Vasin atingiu a velocidade de 2.460 km/h. Logo em seguida,dois protótipos totalmente reelaborados satisfizeram as exigências quanto ao desempenho aéreo.
O E-2A, tinha asas de 55º de enflechamento e o E-5, ampla asa em delta, com 57º no bordo de ataque. Ambos possuíam tomadas de ar simples no nariz, com difusores cônicos, grandes aletas ventrais inclinadas de cada lado na parte posterior da fuselagem e aletas de direcionamento do fluxo de ar sobre as asas. Os dois foram mostrados em 1956 no dia da aviação em Tushino recebendo os nomes de Faceplate e Fishbed da OTAN. A OTAN acreditava que o E-2 "Faceplate" era o modelo que havia sido escolhido para entrar em serviço, mas esse foi abandonado e o modelo escolhido para entrar em produção havia sido o E-5 "Fishbed" evoluindo esse para o modelo E-6. O E-5, para tornar-se o E-6, recebeu então um turbojato duplo Turmansky e sofreu aperfeiçoamentos aerodinâmicos, entre eles a quase total eliminação das aletas verticais e ventrais. Daí surgiu o E-66, de pesquisa e de quebra de recordes e esse pilotado por Konstantin Kokkinaki em 16 de Setembro de 1960 atingiu 2.149 km/h e no dia 28 de Abril de 1961 com o piloto Georgi Mossolov chegou a 34.714 metros de altura num E-66A impulsionado por foguete. Finalmente em 1957, a série E-6 entrou em produção, com a designação operacional de Mig-21.

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Fonte: https://www.google.com.br/search?q=mig+ ... cN_1dKtAKM:


A Força Aérea Soviética recebeu os primeiros Mig-21 no inverno de 1957-1958. Era um avião muito simples, com um turbojato R-11, tanque para 2.340 litros de combustível e dois canhões de 30 mm. Pouco tempo depois, recebeu um par de mísseis ar-ar K-13A com orientação infravermelha instalados sob as asas. Entre suas características constava servo controles dos planos móveis, empenagem inteiriça com pontas anti-flutter, radar de orientação de tiro, flapes de área variável e uma curiosa capota integrada ao pára-brisa, articulada na frente e ejetável juntamente com o assento. O cockpit era pressurizado, o equipamento eletrônico incluía VOR, Rádio UHF multidirecional e ADF, além de TACAN com determinação de distância de mira e radar de aviso de cauda. Por ser considerado um caça diurno, não havia previsão para bombas e o peso excessivo desses primeiros modelos não raramente exigia que os canhões fossem removidos. O problema do peso só foi superado em 1959 com o Mig-21F, quando foi instalado uma versão aperfeiçoada do turbojato R-11, além de ter um aumento na corda da asa no bordo de ataque o que acabou lhe conferindo maior estabilidade lateral em números Mach elevados, para compensar a baixa autonomia, essa versão recebeu um tanque ejetável de 490 litros e outros armamentos como casulos de 16 foguetes de 57 mm que substituíram os mísseis K-13A que só acertavam o alvo que lhe deixasse uma esteira bem quente e bem a sua frente, mesmo assim essa versão apresentava sérias limitações de autonomia, a ausência de um radar para quaisquer condições meteorológicas e um precário armamento. A versão F foi a primeira a ser exportada primeiro para a Finlândia e para os países do Pacto de Varsóvia e a primeira a ser fabricada na Tchecoslováquia e Índia sob licença e na China sem licença. Em 1960 surgiu o Mig-21PF, um interceptador aperfeiçoado, com o radar R1L e teve sua capacidade de combustível aumentada para 2.800 litros, o combustível extra ficava numa pequena carenagem atrás do cockpit, foram instalados pneus de baixa pressão para operações em terrenos irregulares, o que resultou em pequenas saliências na raiz das asas, os canhões orgânicos foram definitivamente removidos para permitir a instalação de freios aerodinâmicos e a antena sob o nariz, passou para a parte superior desse. Ainda nessa década o modelo PF recebeu várias modificações, inclusive garrafas RATO para auxiliar na decolagem e a mudança para o topo da deriva do pára-quedas de frenagem. As últimas versões da variante PF, foram designadas Mig-21FL nas versões de exportação, que contava com um turbojato R-11F2S-300 mais potente, radar R2L e um módulo de canhão preso sob a fuselagem GP-9 (a versão da Força Aérea Soviética continuou chamando-se Mig-21PF), esse módulo acomodava 2 canhões GSH-23 de cano duplo de 23mm. Além da versão PF, a Força Aérea Soviética operou um pequeno número da variante Mig-21SPS com flapes aumentados para operar em pistas curtas. As outras versões a seguir foram o Mig-21PFM que era um PF com várias modificações, inclusive um pára-brisa fixo convencional e a capota abrindo para a direita, o Mig-21PFMA que possuía suportes adicionais para combustível e armamentos, possuía assento ejetável km-1 zero-zero e uma instalação interna na fuselagem para o canhão GP-9. A variante Mig-21R surgiu no final dos anos 60 como uma variante de reconhecimento com um kit ventral contendo câmaras oblíquas voltadas para frente, varredura infravermelha e sensores adicionais. A variante Mig-21M passou a ser atribuída aos modelos exportados ou fabricados na Índia. Na década de 1970, os modelos padrão eram o Mig-21MF e o Mig-21SMT, o primeiro possuía um turbojato R-13 mais potente e mais leve que o R-11 e carenagem dorsal ampliada para receber mais combustível, o segundo era um MF com equipamentos eletrônicos mais avançados associados aos mísseis K-13A que podia ser guiado por radar ou infravermelho. O Mig-21bis foram as últimas versões fabricadas, com capacidade de 2.900 litros de combustível e um novo turbojato R-25. Paralelamente as versões de caça, se desenvolveram várias versões de treinamento com assentos duplos em tandem, cuja designação era Mig-21U. Por fim, última variante do Mig-21 foi a 2000, desenvolvida pela empresa israelense IAI , em colaboração com a IAR da Romênia, modernizando antigos modelos do Mig-21 para que possam utilizar mísseis R-60 e R-73,para isso essa versão conta com um cockpit totalmente modernizado com aviônicos Ocidentais, tais como, HUD, CRTs, radar ELTA e um novo pára-brisas em peça única.
A produção total das variantes do Mig-21, ultrapassa as 10.000 unidades e na década de 80, ainda estavam em serviço só na Força Aérea Soviética cerca de 1.000 Caças, 300 de reconhecimento e 300 de treinamento. Os usuários estrangeiros foram cerca de 40 Forças Aéreas.

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Fonte: http://tropasearmas3.xpg.uol.com.br/Armas-MiG-21.html


O Mig 21 na Guerra do Vietnã

O MiG-21 foi projetado para missões curtas interceptação controlados por terra. No Vietnam do Norte eles realizaram inúmeras dessas missões. Os primeiros MiG-21 chegaram diretamente da União Soviética por navio, em abril de 1966. Depois de serem descarregados e montados foram entregues para a unidade de caça mais antiga do Vietnã do Norte, o 921º Regimento de Caça que foi criado em 03 de fevereiro de 1964 como uma unidade de MiG-17. Porque o 923º Regimento de Caça era mais novo e menos experiente, iria continuar a operar o MiG-17 enquanto que a chegada dos MiG-19 (versão J6) vindos da China Comunista, em 1969 iria criar a única unidade de MiG-19 do Vietnã do Norte, o 925º Regimento de Caça. Em 3 de fevereiro de 1972, o Vietnã do Norte criou o seu quarto e último Regimento de Caça surgido durante a guerra com a República do Vietnã, o 925º Regimento de Caça formado por aeronaves MiG-21PFM (Tipo 94).

Apesar de 13 pilotos do Vietnã do Norte alcançaram o status de ases pilotando o MiG-21, muitos dos pilotos norte-vietnamitas preferiram o MiG-17, pois a alta carga alar do MiG-21 o tornava relativamente menos manobrável e o dossel emoldurado mais leve do MiG-17 lhe conferia uma melhor visibilidade. No entanto, esta não é a impressão percebida pelo autor britânico Roger Boniface quando ele entrevistou Pham Ngoc Lan e o ás Nguyen Nhat Chieu (que marcou vitórias voando tanto no MiG-17 e MiG-21). Pham Ngoc Lan disse a Boniface que "O MiG-21 era muito mais rápido, e tinha dois mísseis ATOLL que eram muito precisos e confiáveis quando acionado entre 1.000 e 1.200 metros". E Chieu afirmou que "... para mim, pessoalmente, eu preferia o MiG-21, pois era superior em todas as especificações de subida, velocidade e armamento. O míssil ATOLL era muito preciso e marquei quatro kills com o ele. [...] nas condições gerais de combate eu sempre estava confiante de matar mais de um F-4 Phantom quando pilotando um MiG-21 ".


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Fonte: Wings Palette. Disponível em: http://wp.scn.ru/en/ww3/f/14/55/0

Embora o MiG-21 não tivesse um radar de longo alcance, o seu radar RP-21 Sapfir revelou-se um adversário difícil nas mãos de pilotos experientes, especialmente quando usado em golpes de alta velocidade e corrida de ataques sob controle de terra. Os MiG-21 interceptaram os grupos de ataque formados pelo Republic F-105 Thunderchief de forma eficiente e derrubaram muitas aeronaves dos EUA ou forçaram essas aeronaves a largarem as suas cargas de bombas.

Depois de um milhão de surtidas e cerca de 1.000 aviões norte-americanos perdidos, a Operação Rolling Thunder chegou ao fim em 01 de novembro de 1968. Um baixo índice de perdas em combates ar-ar contra os menores, porém mais ágeis MiGs inimigos durante a primeira parte da Guerra do Vietnã levou a USN a criar a sua Navy Fighter Weapons School, também conhecida como "Top Gun" na Naval Air Station Miramar em 3 de março de 1969. A USAF rapidamente seguiu o exemplo da Marinha dos EUA criando a sua própria escola, intitulada Dissimilar Air Combat Training (por vezes conhecida como Red Flag) do programa. Estes dois programas empregaram o subsônico Douglas A-4 Skyhawk e o supersônico F-5 Tiger II , bem como o USAF Convair F-106 Delta Dart, com capacidade Mach 2,4, que imitava o MiG-21 em algumas condições. Ao longo da guerra aérea no Vietnam, entre 03 de abril de 1965 e 8 de Janeiro de 1973, cada um dos lados acabaria por declarar índices favoráveis de kills. Uma curiosidade: Dois MiG-21s foram reivindicados terem sido abatidos pelos artilheiros de cauda dos Boeing B-52 Stratofortress da USAF.

A maior ameaça para o Vietnã do Norte durante a guerra sempre foi os ataques do imensos B-52 Stratofortress. Os MiG-17 e MiG-19 interceptadores baseados em Hanói não conseguiam lidar com esses bombardeiros em sua altitude de vôo. No verão de 1972, a Força Aérea do Vietnam do Norte treinou 12 pilotos de MiG-21 para a missão específica de atacar e derrubar bombardeiros B-52, com dois terços dos pilotos treinados especificamente no ataque noturno. Em 26 de dezembro 1972, apenas dois dias depois que o artilheiro de cauda de um B-52, Albert Moore, abateu um MiG-21, outro MIiG-21, pilotado pelo Major Phạm Tuan, do 921º Regimento de Caça, abateu sobre Hanoi um Boeing B-52 Stratofortress. O Stratofortress estava voando a mais de 30.000 pés (9.100 m) sobre Hanoi, durante a Operação Linebacker II, quando o Major Tuan lançou dois mísseis Atoll na distancia de 2 km, e abateu o B-52 que voava em formação de três aviões, outras fontes afirmam que foi um SAM que abateu o B-52.

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Fonte: https://www.quora.com/Why-is-the-MiG-21 ... time#!n=12

O lado vietnamita também reivindica um outro abate ocorrido em 28 de dezembro 1972 por um MiG-21 do a partir do 921º Regimento de Caça, desta vez pilotado por Vu Xuan Thieu. Afirma-se que Thieu morreu na explosão causada por seus próprios mísseis quando esses atingiram um B-52, pois o piloto norte-vietnamita estava muito perto do alvo. A versão vietnamita é contestada pelos EUA, pois eles afirmam que um abate de MiG-21 foi reivindicado por Phantoms naquela noite (este pode ter sido o MiG de Thieu), e que nenhum B-52 foi perdido naquela data.

Declarações de Kills envolvendo o MIg-21:
• 1966: EUA alegam seis Mig-21s destruídos, o Vietnã do Norte alega sete F-4 Phantom IIs e 11 F-105 Thunderchiefs derrubados pelo MiG-21.
• 1967: EUA alegaram 21 MiG-21s destruídos, o Vietnã do Norte reivindicou 17 F-105 Thunderchiefs, 11 F-4 Phantom II, 2 RF-101 Vodoo , um Douglas A-4 Skyhawk, um Vought F-8 Crusader, um EB- 66 Destroyer e três tipos não identificados de aeronaves abatidos por MiG-21.
• 1968: EUA alegaram nove MiG-21s destruídos, o Vietnã do Norte reivindicou 17 aviões dos EUA abatidos pelo MiG-21.
• 1969: EUA alegaram três MiG-21 destruídos, um UAV Firebee destruído por um MiG-21.
• 1970: EUA alegaram dois MiG-21 destruídos, o Vietnã do Norte reivindicou um F-4 Phantom e um CH-53 Sea Stallion abatidos por MiG-21.
• 1972: EUA alegaram 51 MiG-21s destruídos, o Vietnã do Norte reivindicou 53 aviões dos EUA abatidos pelo MiG-21, incluindo dois B-52 Stratofortress.

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Fonte: https://forum.flightgear.org/viewtopic. ... 0&start=30


Fontes do texto:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mikoyan-Gurevich_MiG-21
http://tropasearmas3.xpg.uol.com.br/Armas-MiG-21.html

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Thunderbolt
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Re: Mig 21 PF Fishbed D, Academy, 1/48

Mensagempor Thunderbolt » 19 Out 2017, 20:28

Muito boa apresentação.
História interessante.
Chegando para acompanhar.

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Rogerio Kocuka
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Re: Mig 21 PF Fishbed D, Academy, 1/48

Mensagempor Rogerio Kocuka » 19 Out 2017, 20:59

Thunderbolt escreveu:Muito boa apresentação.
História interessante.
Chegando para acompanhar.

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Muito obrigado!
Seja bem vindo.

:thumbup: :thumbup: :thumbup: :thumbup:

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Re: Mig 21 PF Fishbed D, Academy, 1/48

Mensagempor Rogerio Kocuka » 21 Out 2017, 23:11

Saudações!
Apresento o kit, no caso o Mig 21 PF da Academy.

O kit

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Manual de instruções. O kit traz opções para 4 pinturas, no caso, das Forças Aéreas Sovética, Egípcia, Chinesa e Norte Vietnamita.

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Decais.

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Sprues.

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Montagem

Iniciei pelo interior da ave, trabalhando no cockpit, porões de trem de pouso, etc. Pintei e apliquei um washing.

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Re: Mig 21 PF Fishbed D, Academy, 1/48

Mensagempor Thunderbolt » 21 Out 2017, 23:53

Trabalho incrível nesse cockpit.
Ficou excelente.
O verde ficou muito bom.
Abraços.

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Re: Mig 21 PF Fishbed D, Academy, 1/48

Mensagempor leaopersico » 23 Out 2017, 06:31

Excelente trabalho!
Muito bonito e o painel ficou show!
Sempre aprendendo...

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Rafael Guerra
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Re: Mig 21 PF Fishbed D, Academy, 1/48

Mensagempor Rafael Guerra » 23 Out 2017, 07:41

Mig-21? Tô dentro!


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Re: Mig 21 PF Fishbed D, Academy, 1/48

Mensagempor newtoncw » 23 Out 2017, 08:56

Opa, cheguei a tempo de acompanhar
NA BANCADA
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NO EXPOSITOR
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profalexandre
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Re: Mig 21 PF Fishbed D, Academy, 1/48

Mensagempor profalexandre » 23 Out 2017, 21:22

Ôpa! Tô montando o mesmo avião!
Acompanhando com certeza!
Gostei muito do painel e dos porões.
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Rogerio Kocuka
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Re: Mig 21 PF Fishbed D, Academy, 1/48

Mensagempor Rogerio Kocuka » 24 Out 2017, 19:06

Thunderbolt escreveu:Trabalho incrível nesse cockpit.
Ficou excelente.
O verde ficou muito bom.
Abraços.

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leaopersico escreveu:Excelente trabalho!
Muito bonito e o painel ficou show!



Muito obrigado amigos!!!!
:bow: :bow: :bow: :bow: :bow:


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